Autoconhecimento: o poder das cores

As cores dizem muito de você e, por isso, estudos apontam que elas podem ser caminhos de autoconhecimento.

O nosso corpo sinaliza muito das nossas emoções e também carrega no tom do cabelo, pele, olhos e até sobrancelhas.

Você já passou parou pensar sobre isso?

Poder das cores

Dessa forma, entender esses sinais é fundamental para toda a caminhada em busca de autoconhecimento.

Aliás, compreender isso foi importante para todo o meu processo de descoberta.

O caminho da consultoria

Minha jornada profissional começou na moda. Já que estudei estilismo, consultoria de estilo e produção de moda.

Isso ocorreu por volta de 2000. Naquela época, fui impactada pelo o estudo.

Então, entendi a importância da cores certas para cada perfil de pessoa.

Sendo assim, soube que era possível afirmar que uma cor influenciará diretamente nas ações de uma pessoa, bem como a roupa usada. 

As cores mudam com o tempo

Tudo isso foi apresentado em 2000, quando passei pela consultoria de estilo. Agora, 20 anos depois, eu entendi que o meu caminho foi repleto de mudanças.

Portanto, já estava no momento de entender como as cores tinham me acompanhado por todo esse processo.

Dessa forma, busquei pela querida Márcia Assis, consultora de moda com importante bagagem no mercado, para toda essa condução. 

A imagem e as cores

Hoje, mais velha, entendi que, além de ser um aliada a minha imagem, as cores contam muito de mim no momento. Até porque, elas falam muito do meu humor, minhas forças e fraquezas.

Essa compreensão vem também em ter uma profissional incrível como é a Marcinha me apoiando. Ela me explicou que a Análise de Coloração Pessoal surgiu na Bauhaus (escola de artes alemã). 

O embrião da consultoria de estilo

O responsável por todo o movimento foi Johannes Itten, artista e educador de arte.

Aliás, ele foi atento ao mercado e percebeu nas aulas de estudos de cores toda a necessidade de focar no estudo das cores.

Inclusive, isso ocorreu devido à necessidade de mostrar outras opções aos estudantes. Já que eles usavam cores que pareciam com a própria beleza e outras que harmonizavam com suas cores pessoais (tom de pele, cabelo, olhos).

Conforme o padrão identitário de cada um. Por exemplo: alunos com cabelos escuros, olhos vivos e tonalidade de pele intensa acabavam escolhendo, para trabalhar na sua arte, tonalidades de cores mais vivas, intensas e puras.

O reflexo da coloração pessoal

A Márcia me explicou que  Michel Eugene Chevreul percebeu, primeiro, que as cores perto do rosto alteravam a aparência da pele. Dessa forma, surgiu a base da Análise de Coloração Pessoal.

“O que analisamos no teste é como a cor reflete no rosto, trazendo luz ou sombra, e de quais cores você é formada, ou seja, as cores que já estão na sua beleza e a melhor forma de replicá-las”, conta.

Todo o conceito jogou por terra a ideia de padronagem de cores que, por muitos anos, a moda estabeleceu como verdade. A Análise da Cor mostra o que causa impacto. 

Além disso, é possível entender o efeito emocional e atitudes por meio das cores tem mais a ver com o significado que você dá para o que veste, envolvendo também o aspecto cultural e social da cor.

“Eu fico em ensinar as pessoas a  se libertar do uso da cor. Certamente, assim, é possível descobrir inúmeras possibilidades de aplicar sua cartela próxima ao rosto.

Dessa forma, a pessoa entender como a cor vai entrar em sua vida e estilo pessoal, sem neuras! Gostar ou não de uma cor é algo pessoal, que faz parte do seu repertório e personalidade – que a partir da roupa – vem cercada de linguagem e desejo”, finaliza Márcia.

Autoconhecimento: o poder das cores

@marciaassis_: https://www.instagram.com/marciaassis__/?hl=pt-br

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