VINGANÇA SABOR CEREJA
Vingança sabor cereja. Primeiramente Bora falar dessa série que já conquistou meu coração bandido de quem cresceu nos anos noventa, no melhor estilo terror-gótico-grunge, que conta a história de nossa anti-heroína que tinha apenas um sonho e muito sangue nos olhos, literalmente.
Nesse texto não vou me ater à sinopse do filme e sim à parte que me cabe. Para você, professional of projects e garote de programa, aí vão 5 motivos decoradeiros para assistir Brand New Cherry Flavor (pois em bilíngue é mais divertido):
Não vou falar a marca do carro pra fingir que não vou dar spoiler, mas a verdade é que não sei qual é e não vou pesquisar. Mas tenho uma coisa a dizer – que carro estiloso! Pensa num carro veloz e furioso, com interior todo em vermelho, bem ousado e sexy. Isso me lembra uma época ingênua na qual acreditei que um dia poderia, como designer de ambientes, projetar o interior de um carro. O detalhe que me chamou a atenção é – Lisa nunca fecha os vidros do carro ou tranca. Ele sempre está aberto e vulnerável. Fica a deixa aí pra, sobretudo análise freudiana.
Uma deusa, uma louca, uma feiticeira, ela é demais! Gente a casa dela tem uma fachada muito clássica, estilo casa branca pichada sabe, com uma pegada bem invadida, estilo homeless. O interior achei bem lúdico, com muita vegetação, bem mata ciliar, apartamento hipster. Com direito a muitos gatinhos e zumbis motoqueiros.
Agora o apartamento da Lisa Nova é muito mara. Pensa assim – bairro abandonado, prédio abandonado e ela achou uma ótima ideia alugar um dos apês. Mas nada disso importa. O que importa são as referências estilo anos noventa como por exemplo todas as paredes na cor pêssego, inclusive teto e portas. Quem nunca teve uma parede pintada com essa cor nessa década é Nutella. Muita iluminação indireta com abajur estilo Boro Chic, ops, Boho.
O design biofílico se consagrou nessa série. Tanto na casa espetaculosa de Boro quanto na casa heroin chic de Lisa. A vegetação é protagonista e instagramável. Ela é o centro e o epicentro de tudo. Ambiente bem floresta tropical. As plantas são tão protagonistas que elas têm até fala nas cenas – não são mudas (perdão por tudo).
Tem Brasil na jogada, borodogó, tem brasilidade, tem terror biofílico, biológico e South América com muito orgulho. E mais sofá com uma pegada recamier onça-pintada. Espíritos e entidades da mata. Tem até chinelo havaiana. Se alguém pegou mais alguma referência brasileira, me conta aqui nos comentários.
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