Skate espírito olímpico
O skate, enfim, conquistou o protagonismo merecido. De fato, um dos esportes mais “cool” do mundo ganhou espaço nos jogos olímpicos de Tóquio. Ao contrário de muitas competições, que surgiram com o foco na competitividade, com o skate o incentivo à evolução veio como DNA de nascimento.
Até porque, por inúmeras vezes, eu vi entre as manobras os possíveis “rivais” gritarem como incentivo pela superação do adversário. O sucesso do parceiro sob duas rodas sempre foi motivo de comemoração.
Primeiramente são ações que têm total sinergia com os princípios básicos das Olimpíadas, né? Nascido em 1950, o passaporte para Tóquio entrou entre as principais conquistas do esporte, desde o surgimento.
Os skatistas são movidos a desafios e criatividade. Até porque, inovar é uma necessidade da prática. E a turma de brasileiros que embarcaram para os jogos sabe muito bem disso.
Entre os brasileiros que se destacaram como os melhores do mundo estão Pâmela Rosa, Rayssa Leal, Letícia Bufoni, Kelvin Hoefler, Luiz Francisco e Pedro Barros. Eles, aliás, já levaram o Brasil ao pódio em diversas competições do mundo.
E, agora, eles têm chance real de medalha de ouro para o Brasil. No regulamento, cada competidor terá que fazer cinco manobras com duas corridas de 45 segundos.
O resultado será julgado por cinco juízes, com notas de 0 a 10 – sendo que a maior e a menor nota será descartada. Já que a nota final é a média das três. As manobras são realizadas em uma pista de street.
Nesse caso, o competidor terá um circuito que simula as ruas, com elevações, corrimões, lombadas, rampas e tudo aquilo que as cidades oferecem. Mas para impressionar os juízes é preciso inovar.
Nesse contexto, vale pensar no grau de dificuldade, estilo, personalidade, avaliação, entre outros. E isso os skatistas brasileiros já mostraram há tempos e nas Olimpíadas não será diferente.
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