Chapéu Panamá história

O chapéu Panamá é o mais conhecido e usado em todo o mundo. Para todas as estações.

O Chapéu Panamá história. É originário do Equador ao contrário do que muitos pensam. São produzidos a mais de 100 anos pelos Incas. Contudo o mundo da moda foi transformado, por esses chapéus que viraram ícones não só no Equador mais em todo o mundo. Ganhou Hollywood no cinema, as passarelas e ruas.

Artesanais

Cada peça dependendo do modelo pode demorar de dois dias e seis meses e são totalmente artesanais, a maioria feito a mão. Ficaram muito conhecidos pois várias personalidades tem sempre um no seu nem vou dizer armário.

Chapéu Panamá história

O chapéu desse verão e para todos os momentos, sem dúvidas é o Panamá! Tratando-se de mais um clássico, basta a temperatura começar a subir que ele aparece nas mais variadas !

Chapéu Panamá para todas as estações

Coloridos para todas as estações

A moda do chapéu sempre volta à tona, seja palha, australiano, pescador… Mas usar o Panamá é ideal nesse clima. Além de estar na moda, ele protege contra os raios solares com muito estilo e é muito chique! Um dos seus maiores diferenciais não é só estar presente no verão mais em todas as estações e combinando com todas as cores e vestimentas.

Tecido a mais de mil anos

O chapéu Panamá é tecido há mais de 1000 anos. São feitos à mão, por índios Incas, e cada um demora de 2 dias a 6 meses para ser feito depende do eu material.

A palha do chapéu nasce em apenas um lugar do mundo, no Equador.

Chapéu Panamá história

Porque o nome Panamá

É chamado Panamá porque quando os franceses, e depois os americanos, construíram o Canal do Panamá, passaram a usar os chapéus para se proteger do calor e da umidade, imitando os trabalhadores locais. Ao voltarem aos seus países, eram perguntados de onde eram esses chapéus e respondiam: do Panamá. E assim, no mundo todo, ficou conhecido com esse nome. Até hoje é usado pela realeza em todo o mundo.

Separamos alguns modelos diferenciados para vocês:

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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