Música e criatividade

Música e criatividade

Primeiramente a música, em seus variados estilos, está presente no dia a dia de todos nós, ocupando espaços, despertando os sentidos, balançando sentimentos, revivendo histórias, unindo pessoas, estimulando movimentos, aliviando dramas, embalando sonhos e certezas.

Enfim, ela assume o seu papel de grande importância em nossas vidas de forma a provocar prazeres imensuráveis em todos os cantos do planeta.

Você conhece alguém que não gosta de música? Assim uma boa melodia realmente causa efeitos positivos no cérebro.

Um artigo publicado no blog Canal do Empreendedor cita que “neurocientistas têm estudado os efeitos dos sons no cérebro com o objetivo de entender melhor a audição e como a música afeta o cérebro e, por consequência, a criatividade.

Buscas no Google

Logo, uma busca no Google sobre “música” e “criatividade” e você descobrirá coletâneas como “Creativity & Inspiration” ou “Music Therapy to Enhance Intellect And Creativity” com músicas que prometem melhorar a concentração e estimular a criatividade. Funciona? Há controvérsias, mas certamente ajuda.”

Como amante da criatividade, a música me traz calma e inspiração durante a criação de um texto, exatamente quando preciso colocar as ideias em ordem e transformá-las em algo criativo e de grande impacto.

Gosto dos sons estimulantes, intensos, que me fazem movimentar as pernas e a cabeça enquanto escrevo.

Se a música é capaz de alterar o funcionamento do corpo, então com certeza ela influencia nossa produtividade e criatividade no trabalho.

Acredito que o estilo musical ideal depende muito do tipo de trabalho que cada um desempenha. Eu, por exemplo, gosto de escrever pela manhã ouvindo o puro e fino Rock’n Roll! Yeah!

Albert Einstein

Aliás, você sabia que Albert Einstein era violinista amador e tratava as composições de Mozart como grandes fontes de inspiração?

Sempre que ele se encontrava em uma situação profissional/emocional tensa, buscava refúgio em concertos e sinfonias. Sobretudo essa era uma parte primordial da vida criativa do físico alemão.

Criatividade

A criatividade tem muito a ver com o estado emocional das pessoas. E a música tem essa incrível habilidade de despertar “tantas emoções” em “tantas situações”.

A ideia aqui é simples: antes de iniciar um trabalho, ouça algo que você imagina que poderia funcionar como “trilha sonora” para o trabalho que está desenvolvendo. Coloque seus phones – daqueles que cobre toda a orelha e que vai te isolar completamente do mundo exterior.

Feche seus olhos por um instante, respire fundo… A partir daí mergulhe de cabeça nas ideias e deixe a inspiração tomar conta de você.

Dessa forma vale ressaltar que a música, além de estimular criativamente nosso cérebro, ela também é capaz de gerar efeitos físicos e psíquicos.

Don Campbell

O pesquisador Don Campbell (autor de The Mozart Effect: Tapping the Power of Music to Heal the Body, Strengthen the Mind, and Unlock the Creative Spirit), chama isso de cafeína sônica: “A música pode ser usada para ativar, estimular e relaxar a mente e o corpo”, diz Campbell.

Ao mesmo tempo, você já experimentou ouvir um AC/DC após aquela feijoada para espantar de vez o sono que insiste em te consumir? Eu já fiz isso. Juro que deu certo.

Cito aqui algumas dicas da autora do livro “Conquer CyberOverload” para usar a música a seu favor em ambientes de trabalho:

Estimulando a criatividade

  1. Tarefas repetitivas que exigem concentração, mas não muito processamento cognitivo: músicas alegres aumentarão os níveis de atenção e energia.
  2. O que precisa de alto processamento cognitivo ou criatividade: música antes ou nos intervalos.
  3. Tarefas monótonas com grande volume de informação: músicas instrumentais podem melhorar o desempenho.
  4. Tarefas complexas ou que envolvam resolução de problemas ou muito pensamento cognitivo: evite música com letra, especialmente pop. Procure deixar a música para o fim do dia ou intervalo.

Aproveite a música para aguçar seu instinto criativo! Hasta !!

Música e criatividade

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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