6 medos mais comuns da humanidade

Definitivamente todos nós sentimos medos! Uns pioram com o tempo, outros melhoram mas tem medos que não mudam.

Você tem medo da crítica? E de perder um amor?! Sem dúvida a resposta vai ser sim! Afinal, você sabia que nós seres humanos partilhamos de 6 medos básicos?

No livro “Pense e fique rico”, segundo Napoleon Hill, existem seis medos básicos que todos nós partilhamos, em maior ou menor proporção, independentemente de onde vivemos, qual situação financeira ou da nossa cultura.

1 – Medo de ficar pobre

Antes de tudo no tempo das cavernas, o homem dominava o outro pela força.

Nos dias de hoje a noção de superioridade vem através do dinheiro, fazendo com que o ser humano tenha um medo enorme de ficar pobre e ser deixado para trás.

É isso que faz muitas pessoas irem contra as leis e princípios apenas para proteger o seu patrimônio.

Assim sendo, este medo nos paralisa quando enfrentamos desafios que envolvem perder dinheiro ou algum bem e faz com que nos sintamos pequenos perante pessoas que aparentam ser mais bem-sucedidas financeiramente.

2 – Medo de ficar velho

O ser humano tem uma tendência a ser negativo e atrelado a isso ele acha que a ideia da velhice está acompanhada da pobreza.

Em síntese, pessoas tem medo de perder seus bens confiando em outras pessoas quando ficarem velhas simultaneamente a ideia de estarem mais próximas do fim da vida causa terror.

Dessa forma, temos o medo dos conceitos de “depois da morte” e como nunca ninguém voltou para contar, é algo desconhecido e o ser humano também tem medo do desconhecido.

3- Medo de problemas de saúde

Ao mesmo tempo este medo tem também origem nas crenças que acompanham a velhice.

Sem dúvidas, hoje temos acesso a tudo quanto é tipo de informação, desde prevenção até sermos lembrados o tempo todo que as doenças existem e como elas chegam até nós.

Portanto não fazemos nossa parte e mesmo assim temos muito medo de adoecer, vai entender!

4- Medo de perder alguém que ama

O medo de perder o amor de alguém, segundo Napoleon Hill:

“ A fonte que deu origem a esse medo pode ser descrita em poucas palavras, pois é mais que evidente que ela nasceu do costume adquirido do homem de roubar a mulher do próximo ou, pelo menos, dar-se a liberdades com ela, às ocultas do “senhor” e “dono” legítimo.

“ Aliás, deste instinto nascem as desconfianças e o ciúme, que podem ser de vários graus e até mesmo levar a pessoa à loucura.

5 – Medo de ser criticado

Certamente a crítica existe desde sempre! Do mesmo modo ninguém consegue agradar a todos, nem Jesus conseguiu, por aí já vemos a dimensão da crítica.

Nas palavras de Napoleon Hills “A forma exata como o homem adquiriu esse medo é difícil, se não impossível, de determinar com precisão; uma coisa é certa: ele sente esse receio em grau elevado.

O medo da crítica é originado àquela qualidade transmitida ao homem pela natureza, e o que leva não somente a tomar os bens do seu semelhante, como também a justificar tal ação, criticando o caráter do outro.”

Juntamente com este medo, muitas vezes deixamos de expressar a nossa opinião, de experimentar coisas novas, seguimos padrões impostos pela sociedade, com medo de sair da norma.

Imediatamente acabamos nos tornando uma marionete que precisa ser aceita em uma sociedade doente como temos visto ultimamente.

Nos distanciamos de nós mesmos, da nossa natureza e da nossa essência para se enquadrar em um padrão que nem sempre nos fará felizes.

“Basta um segundo para se fazer uma censura, mas aquele que a recebe pode levar a vida inteira para esquecê-la.”

6- Medo de morrer

A princípio, este talvez seja o pior de todos os medos. O excesso de crença bem como a falta de crença são gatilhos para esse medo piorar.

Temos medo do desconhecido pois não sabemos muito sobre outros mundos e o medo da morte é como o medo do escuro, é avassalador.

É fundamental refletir sobre estes medos e perceber quais são os que mais o paralisam, para assim enfrentá-los e não deixar que se tornem fonte de pensamentos negativos, sendo estes últimos os principais causadores dos maiores males da nossa vida.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.