Hunza: Comunidade que não envelhece e vive em média 120 anos. fotos;

Hunza: Comunidade que não envelhece e vive em média 120 anos. fotos;

Primeiramente, já imaginou viver até 120 anos, tranquilo e sem sofrer nenhuma doença grave ou ter sérios problemas de saúde?

Entretanto, parece meio impossível, mas a história dos Hunzas é bem interessante e nos mostra que é possível.

Localização:

Situado nas montanhas do Himalaia, o Vale Hunza – que já foi apelidado de “Jardim do Éden”.

Assim, em 1916, alguns ingleses faziam a atualização do mapeamento da região -, tem habitantes que vivem uma média de 120 anos.

Ao mesmo tempo, eles quase não ficam doentes e tem aparência jovem.

Em síntese, os Hunza ganharam fama por serem sempre um povo feliz e ativo.

Alimentação:

De acordo com o médico escocês Dr. Mac Carrison que por curiosidade descobriu esse povo e conviveu com eles por sete anos, o segredo da saúde está na alimentação.

A alimentação é principalmente baseada em cereais integrais, verduras, queijo de ovelha, frutas (principalmente o damasco).

Sobretudo, castanhas e o pão de Hunza, sempre com uma restrição calórica de 30%.

Mas, o grande diferencial que pode ser um dos maiores fatores positivos é que a alimentação é 100% orgânica, sem vitaminas sintéticas produzidas em laboratórios.

Igualmente como agrotóxicos e adubos químicos que são comuns e presentes na maior parte do mundo.

Além disso, eles praticam muitos esportes e só fazem duas refeições por dia, sendo que a primeira acontece ao meio-dia.

A carne não é totalmente cortada, sendo comida só em ocasiões especiais e sempre em pequenas quantidades.

Outro fator também é o estilo de vida que levam permite estarem sempre de bom humor, sem tensão nem estresse.

Imagina uma vida assim hein? Quem não quer viver sem estresse ou tensão?

Aposto que não sabia desse segredo para vida longa! Quer saber mais? Não
perca nenhuma das nossas matérias, aproveite e compartilhe com apaixonados por saúde!

Hunza: Comunidade que não envelhece e vive em média 120 anos. fotos;

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.