Série Netflix: Coisa mais linda. Agora no streaming

Série Netflix: Coisa mais linda. Agora no streaming

Primeiramente, esqueça tudo e foque em Maria Casadevall. Uma das atrizes mais promissoras dessa geração vive Malu, uma paulistana que decide recomeçar a vida no Rio de Janeiro.

Ela é uma das protagonista da série original da Netflix, Coisa mais linda, que, enfim, chegou à segunda temporada no fim de junho ao canal de streaming.

A bossa nova orquestra o ritmo da série que mostra empoderamento feminino em plenas décadas de 1950 e 1960, no Rio de Janeiro. É assim que as histórias de Adélia (Patrícia Dejesus), Lígia (Fernanda Vasconcellos) e Thereza (Mel Lisboa) se cruzam com a de Malu.

Entretanto cada capítulo vale a maratona e as discussões sobre racismo, o papel da mulher na sociedade, maternidade, violência doméstica e machismo são prudentes e mostram como a evolução por direitos igualitários ainda está longe de ser concretizada.

Por isso, separamos oito motivos para te convencer a liberar o domingão para encarnar em Coisa mais linda. Dirigida por Heather Roth e Giuliano Cedroni, a segunda temporada está bem avaliada pelo público.

1 – História atual:

mesmo narrada na década de 60, a temática da série é muito atual, pois
todos os desafios vividos pelas protagonistas podem ser facilmente transportados para os dias de hoje.

2 – Alto nível técnico:

a narrativa e atuação do elenco é impecável. Já que você tem a dimensão com tons de realidade do que foi viver no Rio de Janeiro naqueles tempos.

3 – Abordagem:

a diversidade é algo forte e presente entre as protagonistas. Como cada
uma carrega uma história muito particular é muito rico entender o feminismo, a partir de outros olhares.

4 – Nada de palestrinha:

não espere nada que mostre o tamanho real do feminismo – até
porque seria forçar a barra querer isso na década de 60. Mas a série abre espaço para reflexões sobre o tem.

5 – Coerência:

a ideia de que todo mundo tem um lado bom e um lado mal é muito
pertinente em toda a abordagem. Isso é sensacional, já que as personagens se assemelham muito do real.

6 – Protagonismo:

a atuação de Ícaro Silva merece saudações. No papel de Capitão ele é
impecável.

7 – Igualdade:

não venha torcer o nariz e estereotipar a série como feminista. Dê um
espaço para a abordagem do tema.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.