CPM22: Japinha baterista da banda é afastado por acusação de assédio a menor

CPM22: Japinha baterista da banda é afastado por acusação de assédio a menor

Mensagens de Japinha com uma adolescente invadiram a rede. A banda se
pronunciou e disse que não compactua com a conduta do artista

Fazia tempo que a banda CPM22 não aparecia pelos lados do Twitter (nem na mídia).

Contudo dessa vez não teve jeito. Depois da polêmica envolvendo o
baterista Japinha, no entanto o pessoal precisou passar por lá para anunciar o afastamento do músico.

“COMUNICADO: Após os últimos acontecimentos, decidimos pelo afastamento do baterista, Ricardo Japinha, reafirmando a nossa posição de não compactuar com atitudes desrespeitosas com quem que seja. A banda continua.”

O tumulto explodiu primeiramente depois que um perfil do Twitter (Exposed Emo) jogou no ventilador prints de uma conversa do ex-integrante da banda com uma fã adolescente, em 2012.

Primeiramente Japinha vacilou feio e, sem rodeios, perguntou a idade da menina, disse que tinha vontade de conhece-la pessoalmente e até perguntou sobre virgindade.

“Nunca cheguei a conhecer essa pessoa. Nem lembro dela, para ser sincero,
mas a menina deveria ser bonita. A conversa não teve uma conotação maldosa.

Nunca faltei com respeito com ninguém. Teve um clima de descontração, de
combinarmos de nos encontrar. Fluiu de forma agradável”, Disse Japinha.

justificar (o injustificável)

Entretanto para justificar (o injustificável), ele falou que o assédio de mulheres (casadas, solteiras) a integrantes da banda sempre ocorreu. Japinha disse que esquivava e evitava o contato. Entretanto, em alguns casos…

“Já cheguei a pedir RG para fãs, muitas enganavam a idade. Você tem que ter esse discernimento porque corre o risco de se prejudicar.

Por mais que haja consentimento, não é visto com bons olhos. Mas o Marcelo Camelo começou a namorar a Mallu (Magalhães) quando ela tinha 15 anos.

O Caetano é casado com uma mulher que era menor de idade quando se conheceram. Com consentimento, não há crime”, justificou.

Japinha admitiu que não gostaria que essa conversa tivesse ocorrido, porém
considerou um exagero tudo a forma como o público em geral levou toda a
situação.

“Não sei se foi para chamar atenção ou para ser maldosa. Eu nem brigaria com ela, só falaria a real: não precisava ter feito isso, não te assediei moralmente, você riu e disse que ia me procurar depois.

Se tivesse rolado uma tentativa de sexo ou estupro, ela teria me processado lá atrás, não falado agora”.

Agora, Japinha espera que com a ajuda de advogados ele consiga controlar
“toda essa confusão”.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.