22º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2023.

22º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2023. Por Lucas Machado

Enfoque Democrático no Principal Prêmio do Cinema Brasileiro: Filmes que Instigam Reflexões Políticas. Resultados Serão Revelados nesta Quarta-feira, 23 de Agosto

22º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2023

Fotos: Fremes Giro Filmes

Entre as amplas narrativas que moldam um único convite, tecendo-se na 22ª edição do Magnífico Prêmio do Cinema Brasileiro, envolvendo, sobretudo gêneros como ficção, documentários e animações, surgem dez ricos contos que, entrelaçados em suas tramas, exploram o jogo político e a democracia.

Primeiramente nesse intrincado emaranhado, causas nobres, impregnadas de diversidade e ecoando preocupações ambientais, ganham vida na contenda. Um intrincado tapete, onde seis relatos se destacam, conquistando por exemplo, o favor popular em meio ao vasto espectro de participantes.

Melhor documentário

Assim, na esfera acolhedora dos documentários, emergem dois épicos, intrinsecamente ligados aos complexos caminhos da política, postos à prova na categoria Suprema do Melhor Documentário.

Desse campo, emerge “O PRESIDENTE IMPROVÁVEL”, que costura o fio do destino de Fernando Henrique Cardoso, desde seus dias de estudante até o presente, através de 20 diálogos enriquecedores com figuras notáveis ​​como, por exemplo, Gilberto Gil, Bill Clinton, Manuel Castells, Celso Lafer , Gilda Gouveia, José Gregori, Pedro Malan, Raul Jungmann, Boris Fausto e Nelson Jobim. Ao lado, “AMIGO SECRETO” (da mente de Maria Augusta Ramos), lança luz sobre o escândalo “vaza-jato”.

O DEBATE

Na câmara da ficção, no entanto existe um espelho de reflexão política é habilmente levantado. Entre as categorias ilustres de Melhor Primeira Direção e Melhor Roteiro Adaptado, “O DEBATE” (sob a direção de Caio Blat) projeta sua narrativa.

Uma história que aprofunda o panorama de um debate eleitoral e as nuances que envolvem seus organizadores. “MARTE UM” (obra de Gabriel Martins) nos transporta para os primórdios, com a posse de Jair Bolsonaro na Presidência da Nação, de onde emergem eventos tumultuosos.

Enquanto “EDUARDO E MÔNICA” (dirigido por René Sampaio) ressoa nos anos finais da ditadura militar, nos anos oitenta, revelando a polarização ideológica que permeava as almas dos personagens. Por outro lado, “MEU TIO JOSÉ” (obra criativa de Ducca Rios) é uma animação que aborda,

No campo das causas que tocam a diversidade e o ambiente que sustenta a vida, emergem “MEDIDA PROVISÓRIA” (obra de Lázaro Ramos), “PALOMA” (visão de Marcelo Gomes), “PUREZA” (visão de Renato Barbieri) e “A MÃE ” (criação de Cristiano Burlan), todos avançando firmes em direção ao reconhecimento.

Caio Blat

Nas palavras do jovem Caio Blat, que se aventura na direção e arrisca-se na categoria de Melhor Primeira Direção, ‘O DEBATE’ reflete a alegria de sua criação. Um tema político ardente, por tanto inserido no calor de uma acirrada campanha eleitoral.

E um feito sem precedentes: uma equipe que se supera em cada etapa, traduzindo o filme desde a concepção até a conclusão.

22º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2023

E em menos de dois meses, com sua excelência respaldada pelo brilho criativo de Guel Arraes e Jorge Furtado, aliados à brilhante atuação de Deborah Bloch e Paulo Betti. O filme torna-se um testemunho da política durante os dias sombrios da pandemia que assola nossa terra. “Que mais projetos audaciosos possam surgir.”

Dentro dos domínios da GIROS FILMES, o eco da tríade formada por “O DEBATE” e “O PRESIDENTE IMPROVÁVEL”, regado pelos núcleos da democracia, reverbera com três indicações.

Conforme palavras de Mauricio Magalhães, mestre e sócio da Giros, ecoam no ar: “ser reconhecidos com duas histórias entrelaçadas à política.

O PRESIDENTE IMPROVÁVEL

Enquanto, para Belisario Franca, uma das almas fundadoras da produtora e maestro do documentário em torno de FHC, “por meio de ‘O DEBATE’, lançamos Caio Blat ao mundo. E, por meio de ‘ O PRESIDENTE IMPROVÁVEL’,

O CASO CELSO DANIEL

Dentro do espírito da democracia e da política, o festival acolhe também, além das histórias brasileiras, os épicos “1976” (concebido por Manuela Martelli) e “ARGENTINA, 1985” (marcado pela mão de Santiago Mitre).

E, como uma partícula cósmica na constelação da disputa pelo Melhor Documentário em Série Brasileira, encontramos “O CASO CELSO DANIEL” (forjado por Marcos Joel Jorge).

Enfim, o tecido do destino neste complexo tapete será desvendado durante o espetáculo da cerimônia de premiação, marcado para quarta-feira, 23 de agosto.

O grandioso evento se celebrará nas Cidades das Artes, no Rio de Janeiro, uma celebração espetacular digna de um filme.

As cortinas virtuais se abrirão para o país inteiro por meio das telas do YouTube e pelo Canal Brasil, onde as estrelas do evento, os vitoriosos, serão coroados sob os olhares do mundo.

Assista aqui: https://www.youtube.com/c/AcademiaBrasileiradeCinemaOficial

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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