Bike: libertação e saúde

Bike: libertação e saúde

A pandemia trouxe processos de um novo normal, adequações e diferentes visões de mundo. Além disso, os tempos de isolamento social trouxeram outras fórmulas de trabalho.

Nesse sentido, pensar no equilíbrio mental e na saúde do corpo se tornou necessário para a sobrevivência. Um bom exemplo disso foi o aumento de pessoas que se adequaram à prática de pedaladas nos últimos anos.

Segundo os números da Tembici (empresa que opera bicicletas no centro urbano de São Paulo e conta com o apoio do Itaú), durante a pandemia, cerca de 49% das pessoas que saíram de casa optaram pela bicicleta.

Já o levantamento da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) mostra o aumento de 64% da venda de bicicletas, em 2020. Isso quando há comparação com 2019.

O protagonismo da bike

Entretanto, a pandemia trouxe baixa de matéria-prima e, consequentemente, a produção de bikes foi diretamente afetada. Contudo, não basta iniciar a atividade física sem entender os processos do corpo.

Dessa forma, um pouco importante é os itens de segurança que devem ser adotados para quem optar pelas ruas: capacete, luvas, roupas leves e confortáveis, por exemplo.

Dicas de como pedalar

Além disso, a postura é essencial para que não ocorra lesão. Sendo assim, não pode sentar de qualquer jeito. Isso significa que não importa o tempo que você irá malhar. A postura errada pode gerar malefícios ao invés de benefícios ao corpo.

Para pedalar, o ideal é que a coluna esteja reta, porém relaxada. O contrário pode ser fatal para dores e lesões mais sérias.

Em relação aos braços, eles devem estar levemente flexionados. O banco fica posicionado na altura da cintura. Ao pedalar, as pernas não devem ficar esticadas demais.

Esses são critérios básicos que podem deixar a prática ainda mais valiosa para todo o seu corpo. Além de contribuir diretamente para a sua saúde mental. Por fim nao esquecer dos equipamentos de segurança

Bike: libertação e saúde

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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