Não aos refrigerantes: Cristiano Ronaldo rejeita Coca-Cola

Não aos refrigerantes: Cristiano Ronaldo rejeita Coca-Cola

O mundo publicitário quase entrou em colapso nesta semana. A gigante Coca-Cola sentiu os efeitos na pele da rejeição. E olha que não estou falando de qualquer desprezo.

Primeiramente o protagonista do caso foi Cristiano Ronaldo. Ao que tudo indica, ele foi responsável por tirar dos cofres da companhia cerca de 4 bilhões de dólares.

No entanto, Caso você não tenha visto, vou recapitular o caso. O CR7 (como é conhecido no meio do futebol) estava em uma entrevista coletiva para falar sobre a seleção portuguesa.

Isso porque, aos 36 anos, existe uma especulação de qual será o time escolhido por ele para a próxima temporada.

A rejeição à Coca-Cola

Quando entrou para a coletiva, viu as duas garrafinhas de Coca-Cola, que estavam posicionadas à frente dele. Então, ele falou em tom de reprovação: “Coca-Cola?”

Com cara de poucos amigos, ele, rapidamente, deu um jeito de trocar o refrigerante pelas suas garrafinhas de água. O gesto foi o suficiente para balançar o mercado e mostrar a insatisfação do atleta com a bebida.

A queda das ações da indústria começou 30 minutos após a atitude de Cristiano de rejeitar o refrigerante. Contudo, os analistas de mercado explicam que mesmo com a possível ligação de fatos e dados é impossível afirmar qualquer coisa.

Enfim, Apesar do descontentamento de C. Ronaldo, a Coca continua como patrocinadora oficial da Eurocopa – que o jogador disputa com a seleção de Portugal.

Não aos refrigerantes

Em 2020, ele já tinha criticado publicamente o consumo de refrigerantes. Aliás, o jogador deu o exemplo do filho e disse ser bem rígido em relação ao assunto.

“Sou duro com ele, às vezes, porque ele bebe Coca-Cola e Fanta. Eu fico irritado com ele quando ele come batata frita e tudo o mais, e ele sabe que eu não gosto. Até meus filhos menores, quando eles comem chocolate, sempre olham para mim”, ele falou na época.

Não aos refrigerantes: Cristiano Ronaldo rejeita Coca-Cola

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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