Cuscuz de milho emagrecimento e benefícios

Cuscuz de milho emagrecimento e benefícios

Primeiramente o cuscuz tem um jeito bem brasileiro, mas a origem do prato tem raízes cravadas no continente africano. O preparo é realizado com sêmola, água e bem amassado à mão.

O prato pode ser servido com um caldo bem saboroso ou com as variações desejadas. Os primeiros registros da receita têm data no século XIII. Aqui no Brasil, a receita é feita à base de farinha de milho, arroz ou mandioca.

Depois de pronta, a massa fica marinando para que o sabor do tempero seja incorporado à receita. O acompanhamento tem diferentes versões brasileiras. Sendo que em cada região do país a proposta tem uma regionalidade marcada.

A cara do cuscuz brasileiro

O prato pode ser acompanhado de ovo, leite ou carne-seca, como ocorre no Nordeste. Em outros casos, a versão doce com leite de coco tem preferência na região Norte.

Mas se sua intenção é perder peso, a solução pode estar no preparo. Nesse caso, o cuscuz com base de farinha de milho é uma boa opção e sem glúten.

O cuscuz é rico em carboidratos complexos, fibras e proteínas. Tudo isso ajuda no ganho de massa magra e ainda acelera o metabolismo.

Receita com sabor e saúde para o seu corpo

No entanto os benefícios do consumo de cuscuz são inúmeros. Assim como todos os reflexos diretos ao corpo. Por isso, trouxemos a receita de preparo como inspiração.

O alimento também é muito saboroso e pode ser uma boa alternativa para o café da manhã. Assim como uma refeição para qualquer hora do dia.

Cuscuz rápido
2 xícaras (chá) de água
1 colher (sobremesa) de sal
1 pacote de fubá

Numa tigela, misture o fubá, o sal e a água até formar uma farofa úmida. Em seguida, coloque a massa em um prato fundo e tampe a panela.

Então, cubra com um pano de prato. A trouxa precisa ficar bem fechada para abafar. Por isso, o nó tem que ser apertado.

Por fim, coloque em uma panela água e tampe a panela com o prato e leve ao fogo brando durante 10 minutos. Retire com cuidado e sirva.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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