Gucci: matéria-prima à base de plantas sustentabilidade e poder

Gucci: matéria-prima à base de plantas

Primeiramente já faz um tempo que a busca por ações sustentáveis se tornou uma necessidade em qualquer nicho, inclusive na indústria da moda. No entanto a cadeia de produção alternativa busca o desenvolvimento de materiais que se tornem uma solução viável ao couro.

Nesse sentido, a Gucci se posicionou recentemente no mercado com uma matéria-prima à base de plantas. O nome do projeto é Demetra e faz alusão à deusa grega da agricultura e coleta.

Assim, em nota oficial, a Gucci deixou claro que 77% do material é feito de viscose e polpa de madeira. Sendo que, tudo vem do plantio de florestas de reflorestamento.

Na composição não há nada de origem animal. Aliás, até o acabamento utilizado para finalizar o material é de tecido sintético. Com isso, a marca italiana se posiciona definitivamente no circuito da moda sustentável.

Gucci: matéria-prima à base de plantas

Em comemoração a essa etapa de inovação, a Gucci criou duas versões dos tênis New Ace
e Rhyton. As novidades vêm em material sintético e custa em torno de € 590 (cerca de R$
3.500) a € 790 (cerca de R$ 4.700).

Mas a Gucci já deixou claro que não vai parar por aí. A empresa já saiu na frente e produziu o primeiro sneaker com o material.

Matéria-prima vegetal na Gucci

Até chegar ao desenvolvimento do tecido inteligente, a grife demorou dois anos.

O negócio da marca, que é baseado na estratégia que busca desenvolvimento sustentável. Apesar de todo o “barulho” a Gucci segue trabalhando com couro animal. Vai entender!

Portanto, o grupo Kering dententosr da marca vem tentando e pesquisando outros formatos para vender o material.

O negócio é baseado na estratégia que busca desenvolvimento sustentável. Apesar de todo o “barulho” a Gucci segue trabalhando com couro animal. Vai entender!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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