Agosto Dourado: Incentivo a amamentação e empoderamento

Nessa última década movimentos de mulheres se tornaram cada vez mais fortes.

Mulheres engajadas

Entretanto com adesão grande de mulheres engajadas e dispostas a ter voz e, com certeza, mostrar ao mundo muito mais do que ser uma bonequinha perfeitas.

Definitivamente, mostrar ao mundo que não existe o perfeito em ser mulher, ser mãe.

Muito menos não se deve colocar os óculos cor de rosa para falar sobre a maternidade e em especial a amamentação.

Espaço social e mercadológico

Dentro do mesmo espaço social e mercadológico, mulheres ainda assim buscam tratamento igualitário, empoderamento.

Através de um grande vínculo de empatia onde uma auxilia a outra em sua jornada, sem disputa, mas com união.

Por certo, adequam sua vida pessoal e profissional a um novo e importante papel:

a maternidade. Hoje, com muitas atividades divididas com o pai da criança, ainda mantém o maior vínculo e envolvimento que é o de amamentar.

Certamente, quanto mais tempo a criança pode ser amamentada pela mãe, melhor para ambas.

Muitas mães conseguem manter a amamentação por muito mais de seis meses, havendo casos de crianças com dois, três anos.

Benefícios para o bebê

São muitos os benefícios para o bebê, já que não só aumenta a imunidade como igualmente protege contra problemas respiratórios e alergias, reduz o risco da obesidade, diabetes, colesterol ruim e melhora o sistema cognitivo.

Já para as mães, além de desenvolver um vínculo afetivo extraordinário, auxilia na redução de peso e ao útero voltar ao tamanho normal, reduz o risco de anemia e hemorragias após o parto e, além disso, risco de câncer de ovário e de mama.

Não se propagam mais, todavia, as idealizações romantizadas da maternidade.

Vista sempre como uma grande experiência, também traz perrengues, medos, dúvidas, exaustão.

Agosto Dourado

Numa visão muito mais realista, sem preconceitos e tabus, a maternidade ganhou contornos de solidariedade entre mulheres e igualdade dos gêneros, estimulando o compartilhamento de experiências sem julgamento.

Inegavelmente, dois pontos que sempre estão na pauta das conversas são o parto humanizado e a amamentação. Muitas mulheres preparam o corpo bem antes a gravidez e durante, com a prática de ioga e amamentar.

O Brasil, por outro lado, ainda é campeão das cesáreas, que é uma violência para o corpo da mulher e é traumático para a criança que vem “sem estar totalmente afim de sair”.

Já a amamentação, sobretudo, tem um peso maior no aprendizado da maternidade pois além de não ser intuitivo, machuca os mamilos (racham) e causam dores (muitas vezes excessivas). É doação e aprendizagem.

O tema da campanha de 2020 foi “Amamentar é um ato ecológico”, pensando não só nas questões feministas bem como no meio ambiente, reduzindo a emissão de resíduos sólidos das embalagens de leite, mamadeiras e bicos.

Assim, a primeira semana do mês de agosto, no mundo todo, é dedicada à campanha. E por que Agosto Dourado? Para lembrar a qualidade do leite e a necessidade de incentivo à amamentação.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.