Máscaras faciais: vem conquistando mulheres e homens

  • por em 28 de setembro de 2020

Primeiramente a pandemia sem dúvida trouxe novos hábitos

Há quem passou a pintar o cabelo em casa, outros cortar o próprio cabelo.

Similarmente quem faça as unhas, e outras atividades que eram feitas fora. 

Todavia, o autocuidado ganhou força e os cuidados com a pele entraram nessa prática. 

Assim, máscaras faciais ganharam mulheres e homens que pretendem melhorar o aspecto, fazer limpezas ou simplesmente hidratar. 

Máscaras faciais e a moda

Com os longos períodos dentro de casa, as pessoas encontraram, então, mais tempo para se cuidar e usar as máscaras faciais de skincare. 

Entretanto, alerta-se que não se deve fazer máscaras faciais todos os dias, mesmo que sejam de produtos diferentes, para não sobrecarregar a pele. 

Mascaras e obtenção de resultados

Já que, por certo, as máscaras possuem muito mais potência para a obtenção de resultados, por causa de sua concentração de produtos.

Assim como o procedimento habitual para preparar a pele para receber os cremes, o mesmo deve ser feito antes de aplicar a máscara. 

Ou seja, lavar com sabonete apropriado para a pele, fazer esfoliação, se necessário, secar adequadamente a pele. 

Similarmente pode ser usada água termal, após o processo de esfoliação

Resultados para pele

Além disso, deve-se escolher a máscara de acordo com o que se pretende obter de resultados. 

A máscara de ouro, por exemplo, remodela o rosto e melhora a elasticidade da pele, além de fazer um sutil preenchimento de sulcos. 

A de argila verde, assim, auxilia no combate à oleosidade de pele e à acne.

De argila branca auxilia no combate às manchas superficiais  e a preta é calmante e promove a renovação celular. 

Já a de carvão ativado serve para tirar toxinas e por isso deixa a pele mais iluminada e dessa forma, com poros fechados e aspecto de rejuvenescida. 

Além disso, claro, existem as receitas de máscaras caseiras para se fazer, ao invés de comprar os produtos prontos, mas isso, merece um outro bate papo. 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.