Belo Horizonte com agroflorestas urbanas

Agroflorestas urbanas. Primeiramente, buzinas de carro, barulho estridente e agitação que parece ser guiada por um ritmo em que a correria é o grande condutor.

Contudo, mesmo antes de pandemia, o mundo já dava indícios que era momento de frear.

Assim, os projetos de agroflorestas vem como motivação de respiro.

Agroflorestas em BH

Em Belo Horizonte, essa relação já se tornou uma realidade.

Portanto, encontrar áreas verdes nos topos dos prédios se tornam o chamado para o relaxamento.

Entretanto por lá, é importante encontrar hortas completas, com muita couve, alface, cheiro verde, entre outros.

Dessa forma, motivações de alimentação mais consciente e preservação
ambiental.

Floresta na cidade

Entretanto, o assunto que tomou conta recentemente da mídia foi em relação às agroflorestas.

Contudo o Projeto que consiste na criação de florestas em áreas de degradação ambiental ou vulnerabilidade social.

As imediações do córrego do Onça, no bairro Ribeiro de Abreu, foi o local escolhido para receber o projeto.

O espaço conta com aproximadamente 10 mil metros quadrados e será o
pioneiro a contar com agroflorestais comunitárias urbanas.

Plantio em áreas com vulnerabilidade social

O conceito prevê o plantio de árvores nativas e culturas agrícolas e ajudará diretamente na alienação dos moradores de toda a redondeza.

É importante ressaltar, inclusive, que o programa foi elaborado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

E mais, pela e Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania.

De acordo com o gerente de ações para a sustentabilidade da Secretaria de Meio Ambiente, Dany Silvio Amaral, a diversidade no plantio é grande.

“Fizemos o plantio de árvores frutíferas como limão, mexerica, banana, abacate, jabuticabeira, e plantas arbóreas nativas.

Que, dentre outras espécies vegetais, podem ajudar na produção de biomassa”.

Agora, a ideia é que outros locais da cidade recebam a iniciativa, como bem disse o secretário de Meio Ambiente, Mário Werneck.

“Existem mais duas áreas trabalhadas:

a ocupação Izidora, em integração com o Programa Territórios Sustentáveis da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional, e o parque do Brejinho”.

Belo Horizonte com agroflorestas urbanas

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

Subscribe
Notify of
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments