História do grafite: a arte urbana

História do grafite: a arte urbana

Mural: Kaka-Chaz: https://www.instagram.com/kaka.chazz/

A princípio, já falamos aqui que existe arte para além das galerias. Afinal a arte pode ser admirada em centros urbanos, popularmente conhecidas como arte urbana.

Vamos dar início a uma série de artigos falando sobre as artes urbanas, desde os lambes pregados em postes até esculturas que homenageiam pessoas importantes.

Sendo assim, eu posso te contar que arte tá bem mais perto do que você pensa. Arte pode ser acessível a todos e pode estar naquele muro que você enxerga da janela do seu quarto.

Grafite faz parte do movimento hip hop, surgido nos Estados Unidos nos anos 70, uma forma de expressão advinda da periferia, que envolvia o rap, o breakdance e o grafite.

Nesse sentido, o grafite é classificado como uma arte principalmente urbana, pois são pinturas, desenhos feitos nos muros, calçadas ou postes da cidade. Assim, ele carrega em si protestos sociais, culturais ou até mesmo políticos.

Primeiramente, aqui no Brasil, o grafite começou a ser mais difundido no período da ditadura, sendo essa arte uma maneira de protestar contra contra o que vinha acontecendo com a população naquele período. Pois, ela era silenciada.

Ao passo que quando essa arte surgiu era classificada, definitivamente, como transgressora, devido a sua ousadia em um período de opressão.

O grafite faz parte da arte contemporânea, ver arte em espaços públicos foi revolucionário para época, e ainda é. O grafitismo tem a intenção de interferir no espaço público sim, a ideia do grafitismo é chamar atenção e transmitir ideias. Algo que passa longe da pichação e poluição visual.

Atualmente o grafitismo brasileiro é considerado um dos melhores do mundo, carregando técnicas e estilos que são unicamente nossos.

Sendo assim, a arte passa a ocupar as ruas, e passa a ser algo democrático, podendo ser vista e admirada por vários.

Gostaram do texto? Deixa seu comentário aqui! Ahhh e nos sigam no instagram!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.