Qualidade de vida: alimentação natural um caminho sem volta

Qualidade de vida: alimentação natural um caminho sem volta

Correria, agitação e conectividade. As palavras que surgiram para definir bem a era da modernidade começam a ser repensadas por quem pretende adequar qualidade de vida e colocá-la como prioridade

Primeiramente os efeitos da pandemia mundial do Covid-19 aceleraram todo esse movimento e trouxe um processo intenso de transformação na rotina. Um caminho sem volta e que embasa muito o comportamento do “novo normal”.

Dentro desse cenário em que equilíbrio parece ser a palavra do momento, a alimentação surge como importante solução cotidiano.

Alimentação prioridade

Pensamentos que tem tudo para impulsionar um mercado que, de acordo com a Euromonitor International, cresceu 98%. No entanto o número impressiona e mostra mostra uma realidade em que consumo de alimentação visando bem-estar se tornou a prioridade para muita gente.

Qualidade de vida

Entretanto o envelhecimento da população e o objetivo em qualidade de vida na terceira idade; procura dos consumidores por rastreabilidade dos alimentos e origem.

Crescimento de adeptos de dietas, por exemplo, procura por alimentos e bebidas funcionais; atenção para o surgimento de doenças, como hipertensão e diabetes são alguns dos gatilhos responsáveis por toda essa mudança de comportamento.

Movimento trazido por muitas gerações, mas que ganhou mais fôlego com o
posicionamento dos millennials (ou geração Y – pessoas nascidas no início de 1980 até mais ou aproximadamente 1995).

Tanto que pesquisa da empresa líder global de dados, Nielsen, mostra que 81% dessa população aceita pagar mais caro por um produto que apresente benefícios à saúde.

E entre os brasileiros acima de 55 anos, de acordo com levantamento da Mintel, 89% concordam em gastar mais por produtos saudáveis.

Dessa forma, alimentos naturais têm provocado mudança de consumo norteada pela necessidade de alimentos baseada em conceitos bem definidos de sustentabilidade, posicionamento social e ético.

É esse público o grande desafio das grandes organizações. Até porque, esse consumidor tem grande presença digital, consciência de consumo.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.