O que você consome é “livre de” malefícios para a sua saúde?

Alimentos “livre de”. Antibióticos, glúten, pesticidas ou modificação genética. Esses são alguns dos vilões que muita gente quer ver, definitivamente, longe da alimentação saudável.

O que você consome é “livre de” malefícios para a sua saúde?

Alimentos “livre de”. Antibióticos, glúten, pesticidas ou modificação genética. Esses são alguns dos vilões que muita gente quer ver, definitivamente, longe da alimentação saudável.

Por isso mesmo, os alimentos chamados de “livre de” têm ganhado o mercado mundial. Nos Estados Unidos, esse nicho deve crescer 15%, o que representa US$ 1,4 bilhão, até 2022, segundo dados da Euromonitor.

Confira nossa dicas de alimentação saudável: https://lifestyle.uai.com.br/saude/dieta-sem-gluten-derrete-gordura-corporal-e-chapa-barriga/

O movimento encabeçado pelo consumidor americano vem de encontro à necessidade de diminuição da taxa crescente de obesidade no país.

Que só em 2019, chegou a 40% dos adultos e a 20% das crianças.

Alimentos “livre de”

Enfim com a necessidade (e vontade) de diminuição dessas taxas e com uma ideologia crescente voltada à saúde, a bandeira de consumo de alimentos “livre de” tem ganhado força.

Até porque, consumidores em todo mundo já optaram por por restringir certos ingredientes ou aditivos nas dietas.

Protagonizando todo esse cenário, a multinacional General Mills dedicou cinco anos em pesquisas em prol de retirar possíveis ingredientes que não estava no cereal.

Assim para certificar que dentro de algumas variações do Cheerios realmente não haveria nenhum vestígio de glúten (nem partículas mínimas que poderiam ter sido levadas de outras propriedades).

Solução

Por isso, a solução encontrada pela empresa foi a de trazer engenheiros para classificar 450 mil toneladas de aveia por ano.

Para se ter uma ideia de todo o potencial econômico que estamos falando, o setor de alimentos e bebidas convencional cresceu cerca de 1.9%, em 2018.

Enquanto, o segmento “livre de”, por exemplo, arrematou percentuais de crescimento muito mais atrativos: sem antibiótico 20%, sem soja 19% e sem hormônios e antibióticos 15%.

O potencial de todo esse cenário é tão relevante que o próprio MCDonald’s já anunciou a compra de carne de hambúrgueres de Angus, criados em fazendas canadenses com certificação de sustentabilidade.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Saúde