App Km Solidário: atletas transformam atividades físicas em doação

App Km Solidário

O número de brasileiros em situação de miséria chegou a 40 milhões, em 2020. A vulnerabilidade social em tempos de pandemia da COVID-19 deixou a pobreza brasileira ainda mais exposta.

Por isso, ações direcionadas em ajudar o próximo ganharam mais adeptos. Nesse sentido, o que importa é criar uma rede de fomento social.

Mas você sabia que é possível cuidar da saúde e ajudar pessoas que passam fome? Essa é a proposta da iniciativa que permite que a pessoa corra e faça fianças.

KM solidário salva vidas

O APP KM Solidário permite que os corredores usem sua atividade física como base de doações. A proposta é endossada por nomes de peso do esporte: Estevão Lopes, paratleta, Glenda Kozlowski, jornalista e esportista e Virna Dias, ex-jogadora da seleção brasileira.

O funcionamento da doação está diretamente ligado à prática da atividade física. Sendo que assim que a finalizada a corrida, a quilometragem percorrida se torna doação.

Os quilômetros viram pontos e a conversão se torna valores financeiros distribuídos em 12 ONGs. No fim de cada mês, os valores são somados e distribuídos às entidades.

Ação de solidária em tempos de pandemia

A proposta é uma forma de incentivo e canal solidário. Inclusive, em tempos de coronavírus a corrida é uma excelente maneira de aliviar o estresse. Além disso, nesse caso é a certeira união do “útil ao agradável”.

Portanto, pegue o seu tênis, coloque uma roupa leve e se movimente. Obviamente, se você esperar o tempo certo chegar, a ideia do sedentarismo continuará te assombrando.

Até porque, o sedentarismo traz efeitos péssimos ao corpo. Mas não adianta pensar na atividade física apenas como fonte de emagrecimento.

O importante para que a sua rotina seja bem coordenada é o foco no seu bem-estar. Assim, encontrar uma atividade democrática.

No caso do APP você vai unir todos esses processos e ainda ajudar no fomento de outras famílias. Isso mostra que definidamente: “Juntos somos mais fortes.”

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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