Relação da Rússia e ataques cibernéticos das Olimpíadas

  • Redação
  • por em 16 de dezembro de 2020

Rússia e ataques cibernéticos das Olimpíadas

Primeiramente, autoridades britânicas e estadunidenses apresentaram documentos que mostram que a Rússia fez uma série de ataques virtuais nas Olimpíadas de Inverno da Coréia do Sul, em 2018.

Em seguida isso fez com que os Jogos Olímpicos que aconteceriam neste ano, estivessem na mira de novos ataques. 

Detalhes

Inicialmente antes dos jogos de inverno de 2018, a seleção da Rússia foi banida dos jogos.

Devido ao uso recorrente de doping estimulado pelo próprio governo do país.

Porém como forma de vingança, sites de patrocinadores e de países do comitê olímpico estão sendo atacados por hackers russos.

Entretanto, o comitê afirma que não houve perdas significativas. 

Outras tentativas

O governo britânico confirmou, além disso, que aconteceu outras tentativas parecidas de perturbação com os Jogos Paralímpicos de inverno de 2018 também na Coreia do Sul. 

Em outras palavras, a agência de inteligência militar russa, conhecida como GRU, está como principal culpada pelos acessos indevidos.

Os britânicos apresentaram 95% de probabilidade.

São os relatos, na sede das Olímpiadas de inverno daquele ano, Pyeongchang.

Agentes russos teriam se disfarçado de hackers da Coreia do Sul e até da China para poder atrapalhar a cerimônia de abertura dos jogos.

Desse modo, portanto, o site oficial acabou saindo do ar, deixando o público de fora para assistir ao espetáculo.

Com isso houve falhas de conexão no wi-fi do estádio e atrapalhou a impressão dos ingressos.

Reação do Comitê Olímpico

Como resposta para as tentativas de ataques, e aqueles que chegaram a acontecer houve a retaliação.

O Comitê Olímpico Internacional dos Jogos Olímpicos, o COI, baniu a federação e, consequentemente, isso desencadeou perdas para os esportistas.

Agora, os atletas devem mostrar provas concretas de que eles não tinham relação alguma com os exames falsos apresentados.

Nesse sentido, os governos dos EUA, Japão e do Reino Unido trabalham em parceria para assegurar que novos ataques cibernéticos não aconteçam.

Relação da Rússia e ataques cibernéticos das Olimpíadas

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.