Novo normal: Consumo consciente e qualidade de vida

Consumidores mudam hábitos de consumo e comportamento que com certeza não irão ser mais os mesmos.

Novo normal: Consumo consciente e qualidade de vida

O consumidor de hoje é exigente e sabe o que quer. Quanto a isso não há argumentos. A realidade de mercado mostra que para sobressair entre as milhares de opções disponíveis é preciso criar um modelo de relacionamento que salte direto no colo do consumidor. Desafio? Claro que sim. Mas totalmente possível de concretizar

Contudo, apesar de complicado e desafiador, entender as linhas atuais de consumo é um bom caminho para conquistar êxito entre a concorrência.

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Nesse cenário, pesquisas apontam que alinhar o propósito da marca ao bem-estar é parte de um caminho que pode levar à rentabilidade – além de gerar confiabilidade para a marca.

Novo normal

Esse movimento já dava indícios de força nos últimos tempos, mas, depois da pandemia do Covid-19, os parâmetros de consumo terão direcionamentos distintos dentro do “novo normal”.

De acordo com pesquisa realizada pela Accenture, com mais de três mil consumidores de 15 países diferentes, durante o isolamento social muitas pessoas já mudaram o perfil de consumo.

E apontam a importância do “cuidar das pessoas” – “a necessidade de criar resiliência humana”.

E “cravam” que a confiança e o envolvimento das pessoas com o trabalho, as empresas – instituições, as marcas, … estão relacionadas às necessidades humanas, tais como: física, mental, espiritual e relacional.

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Dentro dessa perspectiva, os entrevistados afirmaram comprar mais produtos de higiene pessoal, limpeza e alimentos frescos. Em contrapartida, produtos de beleza, roupas e eletrodomésticos deixaram de ser itens prioritários.

E do total de consumidores, 60% admitiu ter se dedicado ao autocuidado e bem-estar mental, além de terem iniciado algum tipo de atividade física em casa.

Mudança de perfil com aspectos duradouros, afinal esse consumidor indicava aspectos de vontade em mudar as preferências, porém procrastinava esse momento. Entretanto, a pandemia mundial acelerou todo esse pensamento.

Agora, resta à marcas criar alternativas de consumo que encontrem esse consumidor e converse diretamente com ele. Fato é que o bem-estar e autocuidado estarão no topo da prateleiras prioritária de consumo. Então, criar canais de diálogo com esse público deixa de ser uma possibilidade e passa a figurar como necessidade de consumo (e sobrevivência).

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.