Entrevista com Thiago Brado

Thiago Brado

Jonh Locke (1632 – 1704 ) filósofo inglês que advogou a Tabula Rasa, defendia que as pessoas nascem livres. E que a mente é como uma folha em branco e depois que descobrimos isso, surgem ideias, reflexões e consequentemente grandes Transformações.

Mas afinal, o que isso tem haver com o escritor, músico, compositor e poeta e talento sem medidas que carrega o nome de Thiago Brado? Eu digo simplesmente, tudo. Te convido a ler comigo essa historia abaixo.

“Não vou desistir… Quero tua presença. Hoje o meu alvo é te sentir. Eu só vou parar quando me embalar…

A poesia em forma de canção de Thiago Brado, chega com um clamor para
a inquietação dos tempos de desequilíbrios dos dias atuais. Entretanto a inquietude do cantor pode ser explicada em linhas, que surgem como estrofes ritmadas pela acolhida da alma em cada nota.

Thiago no Youtube reúne mais de um milhão de inscritos. O recente álbum de trabalho que conduziu a escrita desta entrevista foi “Nômade” e traz um alento a toda essa loucura atual.

Nascido na cidade de Cianorte, no Paraná, ele se autodenomina um “nômade inquieto”. Talvez isso explique os projetos inovadores que ele encabeça, desde o início da carreira.

Enfim, a grande inspiração da caminhada consiste em desafios. Acima de tudo admirador da justiça e sinceridade do ser humano, ele prioriza a leveza e alternativas saudáveis para a vida.

1 – Fala uma coisa que mudou muito na sua vida?

Sempre fui um menino caseiro e fechado, mas quando a arte entrou em minha vida eu passei a ser um viajante, além de comunicativo ao extremo. Amo os dois Thiagos. Por isso, preciso dos dois se revezando.

2 – Fale sobre mudanças?

Quero ser mais desbravador. Mais caminhante ainda.

3 – Sobre isolamento social, você tem algum recado para as pessoas?

A saúde mental é ainda mais necessária. Num tempo em que não podemos fazer tudo que gostaríamos. Precisamos fazer o que podemos dentro do que mais gostamos. A pausa é importante, mas também gera mudanças grandiosas e, às vezes, dolorosas.

4 – Você acha que muita coisa vai mudar depois dessa pandemia?

Muitas já mudaram, mas ainda mudaremos. Tomara que para melhor, apesar de não acreditar muito nisso.

5 – Qual esporte você mais gosta de ver?

Futebol (Champions League), Brasil não muito.

6 – Qual esporte você mais gosta de fazer?

Futebol, voleibol. Em geral, esportes de competição. Tenho vontade de fazer tênis.

7 – O que a música representa para você?

Uma necessidade de colocar pra fora o que grita aqui dentro. É terapia no mais alto grau.

8 – O que toca no seu playlist normalmente?

Folk, Country, Rock 80s, Clássicos…

9 – Como você resumiria seu estilo musical?

Folk (nessa fase da minha vida), de uma maneira geral sempre fui mais acústico, mais analógico e menos eletrônico.

10 – O projeto “Nômade” se trata de um lançamento sobre mudanças? Podemos chamar assim?

Na verdade, eu acredito ser um projeto de encontro. Nômade sou eu no mais puro sentido. Em estar sempre em movimento, mas, musicalmente falando, Nômade veio colocar a minha verdade musical à tona. Um novo caminho está sendo desenhado a partir desse projeto.

11- Projetos futuros

Tenho 8 anos de estrada que me orgulham e me alegram. O que vem pela frente está sendo pensado de maneira linda. Muita mensagem boa, muita música e muitos sonhos.

12 – Fale um pouco dos seus discos?

São quatro CDs e dois DVDs. Simultaneamente todos sinceros no seu tempo, mas que hoje já não representam. Principalmente tudo ao ponto de quase limitar o que eu quero falar agora.

13- Livros?

O “Monge e a coruja” é o meu romance, meu primeiro livro, meu queridinho. Coloquei minha vida entrelinhas. “Minha Essência” é um pouco da minha história musical. “Verdades do Tempo”, provocativo, em cima da música que fala do tempo. “A JORNADA” é um livrinho simples, mas um tapa na cara, que escrevi na minha fase mais dolorosa.

14 – De onde vem sua inspiração para escrever e compor músicas?

Da dor.

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Thiago Brado

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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